Be My Mentor
Quem está construindo

Os founders

Somos dois founders que não estão apenas atacando o problema de acesso e mentoria no ensino superior — nós vivemos esse problema e transformamos cada barreira em alavanca. Viemos da mesma origem: talentos de alto desempenho do interior e da periferia do Ceará, descobertos e lapidados por redes de mentoria e captação de talentos. Somos, na prática, a prova viva da tese que esta empresa se propõe a escalar para o mundo.

Cauan

Cresci em Jaguaruana, cidade do interior do Ceará, onde conquistei a primeira medalha da história do município na OBMEP — e, ao conquistar isso, abri caminho para que outros alunos da cidade também se tornassem medalhistas. Esse é o padrão que se repete em toda a minha trajetória: eu não me preocupo em subir sozinho, eu puxo gente junto.

Com uma bolsa de iniciação científica de R$300, financiei a primeira internet da casa da minha família e o primeiro notebook, e a partir dessa infraestrutura mínima construí um histórico do qual me orgulho: medalhas em olimpíadas nacionais e estaduais (ouro na Olimpíada Cearense de Foguetes, prata na Canguru, na OBA e outras muitas competições), palestras, reconhecimento público e uma mudança decisiva do ensino técnico para um dos principais colégios privados de Fortaleza.

Selecionado entre 2 mil candidatos como um dos 90 talentos do Instituto Ponte, tive minha história documentada em vídeo que alcançou mais de 30 mil pessoas. Aprovado em universidades como Unicamp, UFRJ e UFC, escolhi o Inteli, a faculdade mais inovadora da América Latina, onde estudo hoje, e já entreguei projetos para empresas como Cielo e Red Bull. Sou também embaixador estudantil do Google 2026.

Bruno

Nasci em Fortaleza, filho de um servidor público e de uma cuidadora de idosos. Quando minha família não pôde mais pagar a escola, ouvi do meu pai que a única saída era estudar para passar no Colégio da Polícia Militar — e passei em primeiro lugar. Sem computador em casa, aprendi a programar rodando compiladores de Python no celular, e ainda assim fui o único, entre mais de 70 alunos, a gabaritar o simulado de lógica de programação.

Bolsista integral pelo projeto Caminhos, fui finalista da United World College (23 selecionados entre mais de mil inscritos) e, ainda no ensino médio, construí com um colega o Olympic Hub — uma plataforma que agrega olimpíadas científicas de todo o Brasil via scraping automatizado com IA, cujos direitos doei ao meu instituto para democratizar o acesso de futuros alunos.

Mais do que construir, eu ensino: dou mentoria desde o terceiro ano do ensino médio, quando comecei dando aulas de matemática para alunos da rede pública do interior do Ceará (Aquiraz), pelos projetos Cactus e Sentinela — e depois mentorei candidatos ao Inteli pela Wave, preparatório gratuito feito de aluno para aluno ao qual sigo vinculado hoje, orientando mais dois estudantes rumo à aprovação. Essa vocação para desenvolver talentos não é detalhe de currículo: é a própria tese da Be My Mentor, que já coloco em prática antes mesmo da empresa existir.

Aprovado com bolsa integral em Insper e Inteli (além de UFRJ e UFC), hoje integro programas seletos como o de talentos do Morgan Stanley, já resolvi cases para NVIDIA, BTG, Suno, Mahle, Tractian e o Metrô de São Paulo, e dentro do Inteli atuo em duas ligas: na Inteli Academy, com cases de IA e orquestração de agentes; na Inteli Finance, como analista de riscos, construindo ferramentas como um tracker de portfólio que calcula VaR paramétrico e histórico. Trago capacidade técnica, execução, faro para mercado e experiência real como mentor — sou o founder que constrói o produto, enxerga o negócio e já vive a missão da empresa no dia a dia.

Por que nós, juntos

O encaixe founder-mercado aqui é raro. Estamos construindo a maior rede universitária e de mentoria do mundo porque somos exatamente o tipo de aluno que essa rede existe para servir — e, no caso do Bruno, já somos também exatamente o tipo de mentor que ela precisa formar. Já provamos, com o Olympic Hub e com o protagonismo que exercemos para levar olimpíadas científicas aos nossos colégios, que sabemos transformar frustração em produto e produto em impacto.

Somos complementares: narrativa e comunidade de um lado; produto, negócio e mentoria do outro — obcecados por resultado e movidos por uma história que qualquer aluno com potencial e sem acesso reconhece de imediato. Não somos dois estudantes com uma boa ideia: somos dois operadores que passaram a vida transformando restrições em vantagens e agora vamos fazer isso em escala.